Advogada Especialista em Auxílio-Acidente
O auxílio-acidente indeniza quem ficou com sequela permanente que reduz a capacidade de trabalho. Você continua trabalhando e continua recebendo — muita gente tem direito e não sabe.
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Você se reconhece em alguma destas situações?
O auxílio-acidente é provavelmente o benefício mais desconhecido do INSS, e por um motivo simples: ele não afasta ninguém do trabalho. Trata-se de uma indenização mensal e vitalícia paga a quem, após acidente ou doença, ficou com sequela permanente que reduz a capacidade para a atividade que exercia. A pessoa volta a trabalhar, recebe seu salário normalmente e ainda assim tem direito ao benefício, que é acumulável com a remuneração. Justamente por não interromper a rotina, milhares de trabalhadores com sequelas evidentes nunca pediram, e outros tantos receberam alta do auxílio-doença sem que ninguém avaliasse se restou sequela indenizável. Se alguma das situações abaixo é a sua, vale verificar, porque o benefício também costuma gerar atrasados relevantes quando é reconhecido com data retroativa, o que muda bastante o valor recebido de uma só vez.
Sofreu acidente de trabalho ou de trânsito e ficou com sequela permanente.
Tem LER, DORT ou tendinite consolidada que limita seus movimentos.
Perdeu parte da audição, da visão ou de movimento de algum membro.
Recebeu alta do auxílio-doença mas ficou com limitação definitiva.
Teve o pedido de auxílio-acidente negado pela perícia do INSS.
O que a lei exige
O auxílio-acidente está previsto na Lei 8.213/1991 e tem natureza indenizatória, e não substitutiva da renda. Por isso pode ser acumulado com o salário e com a maioria dos demais rendimentos, o que o diferencia de todos os outros benefícios por incapacidade. Exige-se a consolidação das lesões, ou seja, que o quadro tenha se estabilizado, e a existência de sequela definitiva que implique redução — não necessariamente perda — da capacidade para o trabalho que a pessoa habitualmente exercia. Não há exigência de carência alguma: basta a qualidade de segurado na data do acidente ou do início da doença. O valor corresponde a um percentual do salário de benefício apurado e é pago até a véspera da aposentadoria, quando então se incorpora ao cálculo dela em determinadas hipóteses expressamente previstas na legislação previdenciária brasileira.
[Lei 8.213/91, art. 86]
[Lei 8.213/91]
[Decreto 3.048/99]
[INSS]
Como conduzimos o seu caso
O ponto que decide esse benefício é a demonstração da sequela e da redução funcional, não a gravidade aparente do acidente. Por isso reunimos o histórico completo do episódio e do tratamento, e orientamos os médicos que acompanham você a descrever exatamente o que ficou limitado e como isso afeta a atividade que você exercia. Verificamos também se houve auxílio-doença anterior encerrado sem avaliação de sequela, situação em que costuma haver direito a parcelas retroativas. Nos casos de LER, DORT e doenças ocupacionais, cuidamos especialmente da demonstração do nexo entre a lesão e o trabalho. Atendemos todo o Brasil de forma 100% online, por WhatsApp e videochamada, com escritórios em Americana e Piracicaba. A primeira conversa é gratuita e serve exatamente para dizer se existe ou não sequela indenizável no seu caso concreto, sem rodeios.
Avaliação da sequela
Analisamos laudos e exames para verificar se há redução permanente de capacidade passível de indenização.
Demonstração do nexo
Em LER, DORT e doenças ocupacionais, reunimos a prova que liga a lesão à atividade exercida.
Recuperação de atrasados
Quando o auxílio-doença foi encerrado sem avaliar sequela, buscamos as parcelas retroativas desde a alta.
Recurso e ação judicial
Negado o pedido, avaliamos recurso administrativo ou ação com perícia judicial independente.
Por que o INSS nega esses pedidos
A negativa mais comum vem de uma confusão conceitual: o perito avalia se a pessoa está incapaz e, constatando que ela voltou a trabalhar, conclui que não há benefício devido. Só que o auxílio-acidente não exige incapacidade — exige redução de capacidade. São coisas diferentes, e o laudo precisa dizer isso com essas palavras, descrevendo a limitação funcional concreta em relação à atividade habitual. Outro motivo frequente é a ausência de CAT nos acidentes de trabalho, o que fragiliza muito o nexo, e a apresentação de documentação apenas da fase aguda, sem demonstrar que a sequela se consolidou. Há ainda quem simplesmente nunca pediu, por acreditar que voltar a trabalhar significa não ter mais direito a nada — e essa é, disparadamente, a crença que mais custa dinheiro ao trabalhador brasileiro ao longo dos anos.
Confundir redução com incapacidade
O benefício não exige estar incapaz. Exige sequela que reduza a capacidade para a atividade habitual.
Falta de CAT no acidente de trabalho
A ausência da comunicação enfraquece o nexo. Existem formas de suprir isso quando a empresa não emitiu.
Documentação só da fase aguda
É preciso demonstrar que a lesão se consolidou e deixou sequela, não apenas que houve o acidente.
Achar que voltar a trabalhar elimina o direito
É exatamente o contrário: o auxílio-acidente é pago junto com o salário, sem prejuízo da remuneração.
O Que Nossos Clientes Dizem
A Dra. Amanda conseguiu em semanas o que eu não consegui em 3 anos com outros dois advogados. Conseguiu o LOAS do meu filho especial. Recomendo de olhos fechados!
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Perguntas Frequentes
Sim. O auxílio-acidente tem natureza indenizatória e é acumulável com o salário. Você continua trabalhando e recebendo os dois.
Podem dar, quando consolidadas e havendo sequela que reduza a capacidade, com nexo demonstrado em relação à atividade exercida.
Em muitos casos sim, e é comum haver parcelas retroativas desde a cessação, quando ficou sequela e ninguém avaliou isso na alta.
Não. A avaliação inicial é gratuita e sem compromisso. Lemos os laudos e o histórico do afastamento e explicamos o que a documentação já demonstra e o que ainda pode ser reforçado.
Conseguimos. A análise dos laudos e o acompanhamento do pedido são feitos à distância, por WhatsApp e videochamada. Se houver perícia, avisamos com antecedência. Atendemos todo o Brasil, com escritórios em Americana e Piracicaba, SP.
Aprofunde no tema
Artigos do nosso blog que explicam os detalhes técnicos deste direito.
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