Advogada Especialista em Auxílio-Doença
Se você está incapaz de trabalhar por doença ou acidente, o auxílio por incapacidade temporária é o seu direito. Quando a perícia nega ou corta o benefício antes da hora, quase sempre o problema está na prova médica — e isso tem solução.
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Você se reconhece em alguma destas situações?
O auxílio-doença, hoje chamado oficialmente de auxílio por incapacidade temporária, é o benefício de quem fica temporariamente sem condições de trabalhar. Ele depende de uma perícia médica, e é aí que a maior parte dos casos se decide: o perito tem poucos minutos e julga pelo que está documentado, não pelo que a pessoa sente. Por isso é comum ver segurados evidentemente doentes recebendo negativa, ou tendo o benefício cessado por alta programada enquanto ainda estão em tratamento. Nesses momentos, o que muda o resultado não é insistir, é apresentar a documentação certa, no formato certo e dentro do prazo certo. Se alguma das situações abaixo é a sua, existe caminho — e ele começa por entender exatamente o que o perito precisa ver documentado para reconhecer a sua incapacidade e por reunir esse material antes da avaliação.
Está afastado do trabalho por doença ou acidente e precisa dar entrada no benefício.
Foi à perícia do INSS e o benefício foi negado, mesmo com laudos médicos.
Teve o benefício cessado por alta programada e ainda não tem condições de trabalhar.
Está há meses esperando o agendamento da perícia.
É autônomo, MEI ou contribuinte individual e não sabe se mantém a qualidade de segurado.
Ficou incapaz por doença relacionada ao trabalho, como LER/DORT ou burnout.
O que a lei exige
O auxílio por incapacidade temporária está previsto na Lei 8.213/1991 e é devido ao segurado que fica temporariamente incapaz para o seu trabalho. Como regra, exige-se carência de doze contribuições mensais, mas essa carência é dispensada em duas situações importantes: acidente de qualquer natureza e doenças graves expressamente listadas na legislação, como neoplasia maligna, cardiopatia grave e outras. Além da carência, é preciso manter a qualidade de segurado — ponto que costuma pegar quem parou de contribuir e não sabe que existe o chamado período de graça. A incapacidade em si é comprovada por perícia médica federal, e a data de início do benefício varia conforme a pessoa seja empregada ou contribua por conta própria: para o empregado, conta-se do décimo sexto dia de afastamento, já que os quinze primeiros são pagos pela empresa.
[Lei 8.213/91, arts. 59 a 63]
[Lei 8.213/91, art. 25]
[Lei 8.213/91, art. 151]
[Decreto 3.048/99, art. 13]
[INSS]
Como conduzimos o seu caso
A perícia é o momento decisivo, e ninguém deveria chegar nela improvisando. Nosso trabalho começa organizando a documentação médica em ordem cronológica — laudos, exames de imagem, relatórios de especialista, receitas de uso contínuo — de modo que a história da doença fique evidente para quem vai avaliar em poucos minutos. Também verificamos a qualidade de segurado e a carência antes do requerimento, porque descobrir isso depois da negativa custa meses. Se o benefício já foi negado ou cessado, avaliamos qual via é a mais rápida no seu caso concreto. Atendemos todo o Brasil de forma 100% online, e a primeira conversa é gratuita, sem compromisso, para dizer se o caso se sustenta e qual é o prazo realista para cada etapa, sem criar em nenhum momento expectativa que a documentação médica apresentada não confirme.
Preparação para a perícia
Organizamos os documentos médicos em ordem cronológica e orientamos o que levar e como relatar a limitação ao perito.
Requerimento e acompanhamento
Damos entrada no pedido, acompanhamos exigências e prazos e evitamos a negativa por falha formal ou documento faltante.
Prorrogação e restabelecimento
Se houve alta programada indevida, atuamos no pedido de prorrogação ou na ação de restabelecimento, com recuperação das parcelas do período sem benefício.
Recurso e ação judicial
Negado o pedido, avaliamos recurso administrativo ou ação no Juizado Especial Federal, com perícia judicial independente.
Por que a perícia nega esses pedidos
O perito do INSS avalia capacidade para o trabalho, não gravidade da doença. Essa distinção explica a maioria das negativas: a pessoa tem de fato uma condição séria, mas a documentação apresentada não demonstra que ela impede o exercício da atividade profissional específica daquele segurado. Some-se a isso a pressa da avaliação, que raramente passa de alguns minutos, e o peso que documentos bem organizados adquirem. Outro erro frequente é comparecer apenas com um atestado recente, sem o histórico que mostra a evolução do quadro e os tratamentos já tentados sem sucesso. Entender qual desses pontos derrubou o seu pedido é o que permite escolher entre recorrer, requerer de novo ou ir direto para a via judicial, onde a perícia é feita por um médico independente, nomeado pelo juízo e sem vínculo com o INSS.
Documentação médica incompleta
Atestado isolado não conta a história. O que convence é o conjunto: laudos, exames e relatórios mostrando evolução e tratamentos tentados.
Laudo que não relaciona a doença ao trabalho
O perito avalia incapacidade para a atividade exercida. O laudo precisa dizer o que a pessoa está impedida de fazer, não apenas o diagnóstico.
Perda da qualidade de segurado
Quem parou de contribuir pode ainda estar no período de graça. Conferir isso antes evita um indeferimento previsível.
Aceitar a alta programada sem reagir
Há prazo para pedir prorrogação. Perder esse prazo obriga a começar tudo de novo e cria um vazio de meses sem renda.
O Que Nossos Clientes Dizem
A Dra. Amanda conseguiu em semanas o que eu não consegui em 3 anos com outros dois advogados. Conseguiu o LOAS do meu filho especial. Recomendo de olhos fechados!
Atenciosa, explica tudo claramente tirando todas as suas dúvidas, trata do seu caso com profissionalismo. O atendimento em seu escritório é leve, te deixando bem confortável. Agradecido!
Dra. super atenciosa, aposentou minha mãe. Excelente profissional, indico de olhos fechados!!
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Perguntas Frequentes
Sim. A ação judicial conta com perícia feita por médico independente, nomeado pelo juízo, e admite prova mais ampla do que a análise administrativa do INSS.
Sim, desde que mantenha a qualidade de segurado e cumpra a carência exigida. A verificação da regularidade das contribuições é um dos primeiros pontos que analisamos.
Existe prazo para pedir prorrogação após a cessação. Fora dele, cabe novo requerimento com documentação atualizada ou ação de restabelecimento.
Não. A leitura do indeferimento é gratuita e sem compromisso. Vemos o motivo registrado pelo INSS e o comparamos com os seus relatórios médicos, para dizer se o caminho é recurso, novo pedido ou ação judicial.
O atendimento é feito por WhatsApp e videochamada, e os atestados e exames podem ser enviados por foto, sem sair de casa. Se houver nova perícia, avisamos com antecedência. Atendemos todo o Brasil, além dos escritórios em Americana e Piracicaba, SP.
Aprofunde no tema
Artigos do nosso blog que explicam os detalhes técnicos deste direito.
Auxílio-doença negado: o que fazer Perícia médica do INSS: como se preparar Benefício cessado: como restabelecerVocê não precisa enfrentar a perícia sozinho
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